terça-feira, 4 de outubro de 2011

Andorinha.

E a Andorinha disse-me baixinho o seu nome, um assovio que fez cócegas em minha orelha, uma doçura mais doce que mel de abelha. Ah, que feliz fiquei ao saber o seu nome. Tanto ouvi por aí e por tantas noites duvidei. No frio me perdi, mas naquela Andorinha me encontrei. Nome bonito era o seu, que sorriso largo era o meu. Deu-me um amor que nunca encontrei, foi o amigo que tanto esperei. Mas a Andorinha tinha asas e por vezes precisava ir, voltava depois de alguns dias e era como se em breve não fosse partir. Cantava-me o seu nome, dava-me o que era. Chamava-se Felicidade, que bonita era ela…

Nenhum comentário:

Postar um comentário